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Publicarei noticias esportivas de guarapuava e região , e algumas fotos da história do futebol em guarapuava .

terça-feira, 27 de julho de 2010

LUIS CARLOS FERREIRA O "CAMPINA"

Dupla de meio de campo de sucesso; Pedro Moraes e Campina no GEC.

Em Pé- Clovis, Jorge(Inmemorian), Edson Galicioli, Mario Pires, Kruguer e Macalé(Inmemorian)
Agachados- João Ajuz(Inmemorian), Campina, Rafael Mineiro, Valtinho, Hercilio e Morgadão(inmemmorian).

Domingo de sol, tarde quente no mês de julho, nada normal nos dia de hoje, aproveito e resolvo ir assistir uma partida do futebol amador de nossa cidade, tarde intediante para quem gosta de bom futebol, publico presente em grande numero, mas futebol sem emoção, seria um dia qualquer, mais fui salvo e recompensado, pois pude rever entre os torcedores meu amigo Luis Carlos Ferreira, o “Campina”, estava presente assistindo seu filho Fabinho atuando pelo Danúbio que enfrentava no primeiro jogo da final do amador contra a Madeirit. Esse meu amigo foi uns dos grandes jogadores que fizeram história no nosso futebol amador da década de 70/80 atuava de volante e fez muitas parcerias para formar grande meio de campos do passado. Este nasceu em 06/09/54 na cidade de União da Vitória, transferiu-se para a nossa cidade ainda jovem, começou a jogar nos campos de várzea até que recebeu uma chance de será avaliado pelo Guarapuava E.C mostrou qualidade e foi incorporado ao elenco do alvinegro do Lobo Solitário o qual fez parte do timaço bicampeão de 70/71 e do tri de 73/74/75. Como sempre mostrando grande capacidade técnica e física era cobiçados por todos os dirigentes de clubes da cidade e não foi diferente não resistiu o convite de Tio Capa saudoso, que lhe acolheu nas cores tricolores do Grêmio Oeste para disputa da Taça Paraná de 76, onde ficaram entre os quatro finalistas, perdendo a chance de decidir o titulo ao perder para o Rio Branco de Paranaguá, formou um meio de campo inesquecível com Pedro Moraes e Versátil (inmemorian) na seqüência conquistando o amador de 77 e 79 pelo GEO. Já casado com a Dona Erlene Garcia Ferreira logo chegou os filhos (Luis Fernando Fabiano e Carlos Henrique) começou a trabalhar como pintor automotivo prestou serviço em varias empresas de nossa cidade (Cimocar, Slavieiro, Wolskwagen, Comagril), mas não desistia do futebol nem dos títulos, aos domingos atuava pelo A.A. Batel e nos campeonatos de 82/83 e 85 juntos com seus companheiros ergueu a Taça de campeão nestes anos, vestiu também a camisa do Entre Rios. Mas a vida lhe pregou uma peça, com quatro cirurgias nos joelhos e com muitas dores pra jogar foi obrigado em 1987 a parar de atuar e pendurou a chuteira, foi o ano que acabou a carreira de uns dos nossos maiores vencedores e atleta do nosso futebol amador. Mas o futebol está no sangue e da seqüência agora com os filhos jogando e sempre acompanhados pelo olhar do pai, este muitas vezes escuta dos cornetas, os comentários em tom de brincadeira que seus filhos não jogam a metade do que ele jogava, ele apenas abre um sorriso e relembra com muita felicidade todos os seus feitos como jogador. Seus filhos não ficam chateados pela brincadeira e sim ficam orgulhosos da história de seu pai, mesmo porque eles sabem a batalha que ele travou para se manter vivo, pois há poucos meses foi acometido de um mal estar o qual foi obrigado a iniciar um tratamento bem delicado e resultou de uma operação no coração, bastante complicada, lutador e forte não se entregou e hoje está em recuperação. Luis Carlos Ferreira o ilustre “Campina” sabe que momentos difícil são para ser ultrapassados, pois na vida problemas e dificuldades constituem sinal de vida, ou seja, só não tem problemas aqueles que “Já repousam de suas lutas”. A vida e constituída através de lutas, e as lutas são inevitavelmente, acompanhadas de problemas e às vezes com dores e aflições, e continue lutando, pois a vida é uma grande aventura, e por isso percorremos um longo caminho e não podemos desistir. Obrigado grande Campina por essa tarde, não vi um grande jogo, mas revi um amigo que foi um grande jogador.

terça-feira, 20 de julho de 2010

TORNEIO TIRADENTES DE FUTSAL EM 75...

ATLETA LEITE FOI CAMPEÃO PELO KARAM

ESTE ERA A BASE DO TIME DA FAFIG
VOSGERAU, SEBASTIÃO, JONAS ,DIONISIO E VIGIL


A Liga de futsal de Guarapuava no seu debut, no primeiro ano de funcionamento mostrou-se com grande energia, mesmo tendo praticamente só a antiga cancha Jose de Mattos Leão que poucos sabiam o seu nome , mais conhecida na epoca como Cancha da rodoviária, seus diretores não ficavam parado e organizavam Torneio nos finais de semana, onde os jogos atraiam grande numeros de espectadores, principalmente quem esperava os onibus para viagem , se distraia assistindo bons jogos. O torneio de Tiradentes reuniu 11 equipes :

(Gremio Oeste, Comagril, Cimocar, Karam, AABB, Juventus, FAFIG, Batavo, Gaucho , Trento e Economiarios.), Os jogos foram realizados no final de semana e os confrontos foram;

SABADO-

-GEO 13 X 3 COMAGRIL
-KARAM 9 X 0 CIMOCAR
-ECONOMIARIOS WO X 0 AABB
-JUVENTUS 7 X 4 FAFIG
DOMINGO-
- BATAVO 11 X 2 TRENTO
-GEO 4 X 1 GAUCHO
-KARAM 4 X 0 ECONOMIARIOS
-JUVENTUS 3 X 2 BATAVO
Classificaram para o triangular final na segunda feira as equipe do Karam, Juventus e Geo.

-KARAM 5 X 3 GEO
-GEO 3 X 1 JUVENTUS
- KARAM 6 X 1 JUVENTUS
Com esses resultados A.Karam de Esporte foi campeã do Torneio Tiradentes de 1975
com esse elenco de campeões- (Osni, Dorigon, Joelson; Charutinho, Leite, Ciromil, e Mario Kloster). Mais uma vez o artilheiro da competição foi Edmar Lippmann(Charutinho) com 9 tentos assinalados.



TORNEIO DE VERÃO DE FUTSAL "TIO CAPA", EM 75 ...KARAM CAMPEÃO

CLAUDEMIR FOI GOLEIRO DO KARAM NESTA CONQUISTA

Em 1975 o ano era do Karam, em todos os eventos que disputou neste ano conquistou o titulo, e mais uma vez a Associação Karam de Esportes dirigida pelos amigos Bastinho e Alcione sagrou-se o grande vencedor do primeiro torneio de verão denominado "Tio Capa"em homenagem em vida na epoca ao grande Romeu Bastos, presidente do Gremio Esportivo do Oeste.participaram do evento cinco agremiações:

- Karam
- Comagril
- Batavo
- AABB
- Juventus


Fizeram a grande final ,A.Karam de Esporte x Comagril na cancha José de Mattos Leão (rodoviaria), saindo vencedor depois de aplicar uma sonora goleada pelo placar elástico de 12 x 01 a equipe do Karam que não tomou conhecimento do seu opositor e não teve dó, massacrando o adversário.

Gols- Charutinho (6), Joelson(3), Rafael, Adilson Ferreira e Leite(1) para o Karam e descontando para o Comagril Mario(1).

Apitaram o jogo Romio Curi e Sebastião Pereira

KARAM- Claudemir, Rafael Mineiro(Alcione),Joelson,Adilson Ferreira(Leite) e Charutinho.
COMAGRIL- Miro, Valenga, Massuqueto,(Gilmar), Mario e Elizeu.

domingo, 18 de julho de 2010

RAFAEL MINEIRO, UM CRAQUE DE BOLA DO PASSADO....

FOTO DE RAFAEL HOJE EM DIA

FOTOS CAMPEÃO PELO G.E.C.

EQUIPE DA CAIXA ECONOMICA FEDERAL
Em Pé- Rafael Mineiro, ....?..., Marcon, Celso, Claudemir,.
Agachados- Valtinho, Versátil(inmemorian), Everton, Edson Galicioli.


Como é bom lembrar dos jogos do passado, quando adolescente eu não saia dos campos de futebol, a praça preferida era o extinto Lobo Solitário e o campo do Grêmio Oeste o antigo Estádio Bororó, hoje merecidamente chamado de Romeu Bastos em homenagem a este grande desportista que marcou época, o saudoso Tio Capa. Vários atletas daquele tempo no nosso amador era bonito de se ver jogar, mais teve um que tratava a bola com fino trato, sempre de cabeça erguida, não errava passe, e organizava sua equipe, digamos aquele que dava o padrão de jogo aquele que quando a bola passava nos seus pés, com certeza saia uma bela jogada. Hoje reverencio Rafael Pinto filho,que ficou conhecido na década de 70 em nossa cidade como Rafael Mineiro, chegou oriundo de Minas Gerais, por isso o apelido, chegou para assumir um cargo na Caixa Econômica Federal, logo se enturmou com a nossa comunidade esportiva, se mostrando um grande parceiro e fez grande amizade, recebendo pela sua qualidade mostrada nas peladas de clube varias proposta para vestir camisas de equipes de nome do nosso futebol amador e não resistiu um convite de seu Alfredo Gelinski para defender as cores do Guarapuava E.C. Participou ativamente nas melhores campanhas da década de 70, erguendo o tri campeonato do alvinegro, considerado em varias rodadas melhor jogador e com isso se tornou destaque da competição. Não só no futebol de campo teve destaque, participou na elaboração do estatuto da nossa liga de futsal, também fez parte de varias equipe de futsal da cidade sempre mostrando qualidade, foi convocado para a seleção de Guarapuava de futsal pra disputa de competições estaduais com ótima passagem. “O homem pertence ao lugar que deseja ir”... Com breve passagem por nossa comunidade, Rafael Mineiro voltou pra sua cidade onde já aposentado do serviço publico, continua atuando dentro do esporte, mantém um CT de treinamento na cidade de Caxambu MG onde reside, garimpando jovens talentos e revelações para o mercado do futebol profissional do Brasil e da Europa, Rafael em todas as áreas que atuou sempre se dedicou e mostrou competência, por isso recebeu convite do atual Prefeito de Caxambu e aceitou a dura missão de Secretário de Planejamento, foi agraciado também seu filho Rafael Neto que assumiu a pasta da secretária de esporte. O grande Mineiro teve uma curta passagem por Guarapuava, mais deixou sua marca que mantém até hoje, que é seriedade, competência, honestidade e dinamismo e nos só temos que agradecer a esse desportista, pois no seu pequeno estágio que esteve conosco nos ajudou e deu sua parcela de participação para o crescimento de nosso esporte. E as pessoas com qual teve maior convivência lembram dele com muito carinho, e a mim ficou a lembrança de um grande jogador o qual me espelhei para a iniciar minha carreira.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

BATEL E O " TARAIRA " UMA HISTÓRIA.......

BASE DO GRUPO DE 92

EM PÉ - Vilmar Rodrigues(supervisor),George, Dinho, Rosa, Ivolmar, Dirceu Pato e Claudinei
AGACHADOS- Bernardo, Evandro Mico, Haroldo José, Joel.

Nossa cidade sempre teve figuras que marcaram épocas, loucos, políticos, atletas e sábios cada um com suas histórias muitos são esquecidos, pois as novas gerações não se importam com o passado, vivem o presente não podemos culpá-los por isso. Vou comentar hoje sobre a vida de uma pessoa que marcou época nos idos de 60/90 que para muitos sua presença era desagradável, pois se notabilizou como um ser humano que tinha um parafuso a menos, vivia enchendo o saco de todo mundo na rua xv de novembro e na antiga estação rodoviária, seu apelido “Taraira”, agora talvez os mais antigos lembrem ou presenciaram suas maluquices. Esse homem era um tormento dos empresários da época, este ficava na espreita no ZBM (Zona de Baixo Meretrício) e quando avistava algum figurão casado saindo acompanhado de uma bela meretriz, era fim de carreira para o traidor, pois este esperto maluco se aproveitava e passava semanas atormentando o infiel marido ameaçando que ia entregar a sua conjugue o que ele presenciou e tirava o dinheiro do apreensivo devedor e assim se mantinha bem alimentado e se sustentava diariamente. Muitas outras histórias esta figura foi protagonista, me lembro o dia que meu saudoso pai seu Rizziere Dalmaz correu atrás deste individuo com um facão erguido em mão, tudo porque naquele dia não tinha sobrado um prato de feijoada que minha família fazia no antigo Hotel Brasil, esquina Saldanha e XV e que ele era acostumado todo sábado e batia o cartão de graça, enlouquecido começou a distribuir palavrões que logo foi ressarcido pelo meu pai que o obrigou a correr senão o fazia o prato do dia com o facão afiado, este esperto picou a mula numa disparada sem fim rumo ao Buraco quente hoje parque do lago. Bem por que quis lembrar do Taraira este que foi como disse um folclórico cidadão guarapuavano e que me lembro do dia do seu desaparecimento, estávamos voltando de um treinamento físico pela A.A. Batel no vale do Jordão, quando perto da curva do mirante avistamos pela ultima vez a figura do José, este era seu nome, descendo para o parque vestindo apenas um calção branco e carregando em seus ombros uma toalha vermelha foi uma gritaria geral dentro do ônibus que nos transportava com essas frases... __ “Cuidado, vai morrer afogado”, “ou__” Não se afoga, pois já está de bóia”, referência a sua barriga saliente. Continuamos a história e vou contar qual é a relação entre o Batel e o José, Taraira é um peixe de água doce e Batel é uma pequena embarcação, ambos podem ter fim trágico. Eu só contei fatos do Batel nos seus dias de auge, hoje vou falar dos piores dias desta agremiação, em 92 quando embarremos pelo caminho com o Taraira o rubro negro encontrava-se numa situação caótica, disputava num quadrangular o torneio da morte onde só duas equipes ficariam na elite do futebol, nosso elenco era numeroso, mais era quantidade não qualidade, inchou o grupo com varias indicações de atletas por empresários desqualificados, muitos vieram e mostravam-se sem responsabilidade com a agremiação e com o grupo de atletas, estes em muitos treinos no parque do Jordão ficavam escondidos entre os Pinheirais mostrando-se maus profissionais, precisávamos reverter o quadro mobilizamo-nos principalmente com o grupo de residentes da casa que vestiam a camisa com gratidão e respeito com mais alguns atletas de fora e abraçamos a causa e se responsabilizamos por melhorar o empenho no trabalho e assim dar a volta por cima, e conseguimos e mantivemos o Batel navegando pelas águas do futebol paranaense e a Barca não afundou e não morremos na praia. E para o nosso inesquecível cidadão o Taraira que tinha a sua vida como cada dia era um dia de festa, que vivia sua loucura a seu modo, não teve a mesma sorte, fez a sua ultima viagem de lazer, foi encontrado submerso nas águas traiçoeiras do Jordão já sem vida afogado, assim acabou a história de José o “Taraira”, que poucos lembram, era chamado por muitos de louco por não expor suas idéias, diferente de muitos dos nossos políticos que impõem suas idéias, por isso prefiro a sàbia loucura do esquecido José.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

RECORDAR... A GRANDE CONQUISTA DA TAÇA PARANÁ PELO G.R.E.MADEIRIT EM 2004

MARCIO BODE E SANDRÃO CAMPEÕES PELA MADEIRIT, SEGURANÇA NA ZAGA DO BATEL EM 2009 NA TERCEIRA DIVISÃO.

CONQUISTA INÉDITA E MERECIDA

PRIMEIRA PARTIDA ,GRANDE VITÓRIA DA MADEIRIT

O Estádio Municipal Rubens de Melo, em 2004 na cidade de Guarapuava, foi palco da primeira partida pela decisão da 41.ª Taça Paraná de Futebol Amador, reunindo a equipe local do Madeirit e o Milan, de São José dos Pinhais. Um primeiro tempo bem disputado, com o marcador movimentado apenas aos 35 minutos, num lance que gerou polêmica. O árbitro Valdemir de Souza, de Francisco Beltrão, assinalou uma falta de fora da área contra o Milan e que teria de ser cobrada em dois toques. O jogador Mernick atirou direto para as redes de Ricardo Pinto e o gol valeu. Infrutíferas as reclamações dos jogadores do Milan. No segundo tempo, o Milan foi para cima do adversário procurando empatar o jogo. Dramático e sensacional foi o final da partida. Não aconteceram mais gols e o resultado de um a zero para o Madeirit significou a quebra da invencibilidade do Milan e a vantagem do empate para o Madeirit no segundo jogo, que será em São José dos Pinhais. O tricolor teria que vencer no tempo regulamentar para forçar uma prorrogação e penalidades, se for preciso.

.Detalhes técnicos:

Madeirit 1x0 Milan.

Estádio Municipal Rubens de Melo em Guarapuava.

Árbitro: Valdemir de Souza.

Gol no 1.º tempo. Mernick cobrando falta, aos 35 minutos.

Madeirit: Júlio César, Dé, Márcio Bode, Sandro, Rochinha, Joel, Airton (Mário), Evandro Mico (Wellington), Negão, Zanata (Dirceu Pato) e Mernick. Técnico: Pedro Aurélio Gonçalves.

Milan: Ricardo Pinto, Henrique (Rato), Luciano, Aurélio, Edenelson, Fernando, Geraldinho, João Paulo, Chapoca (Joilton), Marcos Gaúcho e Cigano. Téc.: Ziquita.

SEGUNDA PARTIDA (DECISÃO)
Pela primeira vez na história da Taça Paraná, um time de Guarapuava conquista a Taça Paraná, competição que teve sua primeira edição no ano de 1964. A 41ª edição teve o Madeirit como o legítimo campeão. O temporal que desabou sobre a cidade de São José dos Pinhais, momentos antes do jogo, deixou a cancha alagada e quase impraticável. O jogo que deveria começar às 16h, sofreu grande atraso e só foi iniciado às 16h40 e em precárias condições. Mesmo assim, os jogadores das duas equipes se esforçaram bastante em busca de um resultado positivo. O G.E.R. Madeirit não se intimidou em momento algum, criando boas oportunidades e quase nada permitindo ao time local, que precisava da vitória. O primeiro gol aconteceu aos 34 minutos em favor do Milan (Fernando). Ainda no primeiro tempo o Madeirit igualou a contagem através do lateral direito Batista. Na segunda fase, Airton colocou os visitantes em vantagem aos 16 minutos, mas no minuto seguindo uma penalidade máxima cobrada por Cigano deixou tudo igual. Dramáticos foram os minutos finais. Precisamente aos 48 minutos (nos acréscimos) Evandro marcou, de cabeça, o gol da vitória do Madeirit. Minutos antes, Cigano teve a chance de colocar o Milan em vantagem, mas o goleiro Anderson neutralizou o tiro de rigor. Durante o jogo, aconteceram nada menos do que cinco expulsões: Marcos Gaúcho, Rossano e Aurélio pelo Milan. Júlio César, goleiro, e Rochinha. Ao apito final do árbitro Maurício Batista dos Santos, em meio à festa do time visitante, foi realizada a solenidade de entrega de troféus e medalhas às duas equipes: Madeirit (campeão) e Milan (vice). Jorge Dib, Adroaldo, Henrique Mehl e Dilon Waldrigues representaram a Federação. Adroaldo fez entrega do troféu que leva o nome de seu falecido pai, Alvacir Araújo, ao time campeão.


DETALHES TECNICO
Milan 2x3 Madeirit.
Local: Estádio Moacir Tomelin, em São José dos Pinhais.
Árbitro: Maurício Batista dos Santos.

1.º tempo: 1x1. Gols de Fernando e Batista. Final: Madeirit 3x2: Airton, Cigano (penal) e Evandro.

Madeirit (Campeão). Fundado em 21 de março de 1955. Presidente: Mário Ferreira Paloski.

Elenco: Júlio César (Anderson), Batista, Márcio Bode, Sandro, Rochinha, Medina, Airton, Evandro Mico, Mernick, Negão e Roni (Dé). Técnico: Pedro Gonçalves.

Milan (Vice): Ricardo Pinto, Henrique (Ge), Rossano, Aurélio, Edenelson, Fernando, Chapoca (Joilson), Geraldinho, João Paulo, Marcos Gaúcho e Cigano. Téc. Ziquita. O Madeirit realizou 12 jogos, venceu 8