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Guarapuava, Parana, Brazil
Publicarei noticias esportivas de guarapuava e região , e algumas fotos da história do futebol em guarapuava .

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

FOTO HISTÓRICA





Em Pé-Rubens Paula; Sapatão;Adilson; Moacir;Nardo e Ladel
Agachados-Zé Miguel; Cafuringa ; Osmario; Ademir Da Guia e Nanau



AMISTOSO INTERNACIONAL

Muitos Guarapuavanos não lembram; talvez os mais antigos mais tivemos no inicio da decada de 80 um amistoso internacional entre o Guarapuava Esporte Clube participante da divisão especial do Campeonato Paranaense daquele ano enfrentando a equipe do Nacional do Paraguai, no elenco alvi negro foi convidado o craque do S.E. Palmeiras Ademir da Guia que participou poucos minutos mais foi o suficiente para que os torcedores Palmeirense da região pudessem admirar uns dos maiores idolos da Historia do Verdão.


Ficha Tecnica do jogo

GUARAPUAVA E. C. 3 x 2 NACIONAL (PARAGUAI )

Dia- 03/05/1979
Publico-1913 pagantes
arbritagem-Paulo Jose Guntoski

Gols- Nanau(2) e Osmario (1) para o GEC
- Boveda (2) para o Nacional

Guarapuava E.C.- Ladel; Adilson(Dirceu Pato);Sapatão; Rubens Paula e Nardo; Moacir; Ademir Da Guia (Fio);Cafuringa; Zé Miguel(Tico)(Ernani);Osmario e Nanau

Nacional- Ramon; Anibal; Lucki;Acosta; Sosa e Boveda;Ribeiro(Secovia) e Saldivar;Da Silva(Andre);Ramon Isasi e Aguilera

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

campeonato paranaense de 1995

Em Pé- Mauricio; Evandro; Mauro; Lamonica; Helio; Alex Lopes
Agachados- Reginaldo; Ronaldo; Marquinhos; Daniel e Bira



PRIMEIRA FASE

Batel 2 X 1 Coritiba
Batel 0 X 0 Apucarana
Matsubara 0 X 0 Batel
Paraná 0 X 0 Batel
Batel 2 X 1 União Bandeirantes
Batel 0 X 0 Londrina
Atlético 1 X 1 Batel
Iraty 2 X 0 Batel
Batel 2 X 0 Cascavel
Coritiba 2 X 2 Batel
Apucarana 2 X 2 Batel
Batel 1 X 2 Matsubara
Batel 0 X 1 Paraná
União Bandeirantes 0 X 0 Batel
Londrina 1 X 0 Batel
Batel 1 x 1 Atlético
Batel 1 X 0 Iraty
Cascavel 0 X 4 Batel

______________________________________________________________________
SEGUNDA FASE
-1- Turno

Atlético 1 X 1 Batel
Coritiba 1 X 1 Batel
Batel 2 X 1 Londrina
Batel 1 X 1 Matsubara
Paraná 2 X 0 Batel
Rio Branco 3 X 2 Batel
Batel 1 X 1 Toledo
2- Turno
Batel 1 X 1 Atletico
Batel 2 X0 Coritiba
Londrina 0 X 0 Batel
Matsubara 2 X 2 Batel
Batel 3 X 1 Parana
Batel 2 X 0 Rio Branco
Toledo 0 X 0 Batel

O Batel ficou em sexto lugar na classificação final

GREMIO ESPORTIVO D'OESTE

Em pé-Banjo; Levis; Manoelito; Jorge Andrade;Alvaro; Paulo Dias; Alfaia e Di cesar
Agachados- Serelepe; Jedir; Silvano; Ciro;e Passarinho

Grêmio Esportivo D`Oeste


Apesar do prenúncio de bons ventos para o futebol brasileiro no início da década de 70, o futebol paranaense enfrentava tempestades. Por dificuldades financeiras, praticamente todos os clubes tiveram de cortar gastos. Violência, suborno e doping foram os costumeiros ingredientes da competição. E a má notícia para os torcedores do futebol paranaense foi o aumento do preço dos ingressos que, na época, passou para quatro cruzeiros novos. Segundo o jornal O Estado do Paraná, “muitas das modificações não passaram de um golpe baixo dos cartolas, como a majoração do preço dos ingressos, a cobrança de ingresso à torcida feminina e a concessão de autonomia ao Departamento de Árbitros que causou prejuízos irremediáveis ao futebol do Paraná”.
No primeiro dia de fevereiro de 1970, dava-se o início do Campeonato Paranaense. Os participantes daquele ano foram: Atlético Paranaense, Coritiba, Grêmio Oeste, União Bandeirante, Grêmio Maringá, Seleto, Ferroviário, Água Verde, Londrina, Paranavaí, Apucarana, Operário, Jandaia e Cianorte. O campeonato foi realizado em turno e returno e decidido num hexagonal, sempre por pontos corridos; nessa época, contavam-se dois pontos para a vitória e um para o empate. Os dois primeiros turnos foram divididos em duas chaves de sete clubes cada, que jogavam entre si. Ao final, classificavam-se três equipes de cada chave. As seis classificadas disputavam o título num hexagonal final. Os classificados foram: Coritiba, Grêmio Oeste e União Bandeirante, do Grupo A; e Grêmio Maringá, Seleto e Atlético Paranaense, do Grupo B.
O Atlético Paranaense, atolado em dívidas e vindo de sucessivos insucessos, começava a competição como franco azarão. O rubro-negro, com um time medíocre, perdendo uma partida atrás da outra, segurou a lanterna da competição, na primeira fase. A sobrevivência do clube era importante não apenas para a sua torcida, mas também para o próprio futebol paranaense. Diante da gravidade da situação e consciente de que o clube não poderia morrer, a diretoria pediu socorro aos seus torcedores. Tal medida exteriorizava o desespero do clube. E foi assim, com o apoio da sua torcida, que o clube sobreviveu. Aos trancos e barrancos, surpreendentemente, conquistou o campeonato daquele ano e, ainda, fez o artilheiro da competição: Sicupira.
O grande favorito da competição era o Coritiba. Tinha tudo para chegar ao tri-campeonato paranaense. Mas não esperava que seu maior adversário, capaz de ofuscar o brilho dos imbatíveis coxas-brancas, estaria fora do campo de jogo, e muito menos imaginar que residia no Estádio Belfort Duarte (hoje Estádio Couto Pereira), na sede do próprio clube. Sim, os cartolas do alviverde, antevendo um possível descompasso do time, resolveram “entrar em campo” e, como sempre acontece quando a “cartolagem” abandona suas luxuosas salas, jogar baixo. Numa tentativa derradeira e desesperada de “melar” o campeonato do rival e coroando o ano por erros e deslizes, apresentaram um recurso no Tribunal de Justiça Desportiva, alegando que o rubro-negro tinha colocado em campo um jogador irregular. Ledo engano! A série de enganos do Coritiba passou pelo Estádio Bororó e fez vítima o Grêmio Oeste, tricolor do Tio Capa (eterno e folclórico presidente do clube, Romeu Manoel Loures Bastos – que hoje dá nome ao estádio). Apesar de o Coritiba jogar em Guarapuava como visitante, conseguiu arregimentar um batalhão da Polícia Militar, levada a tiracolo, para garantir os interesses dos cartolas alviverdes. Numa trágica tarde desportiva, o time Coxa-Branca escreveu uma triste página do futebol paranaense que, não fosse pelo exemplo a não ser seguido, deveria ser esquecida. Ambas as equipes precisavam da vitória para continuar sonhando com a Taça de Campeã. O Coritiba tentou de todas as maneiras, “sujas”, alcançar seu objetivo. Mas falhou!

A equipe do Grêmio Oeste contava com um plantel impressionantemente bom naquele ano. Atravessava grande fase. Seus jogadores, sem exceção, estavam no auge de suas carreiras. O esquadrão gremista perfilava nos gramados paranaenses com o time titular: Joãozinho, Tadeu, Zéquinha, Miúdo, Neiva, Zé Carlos, Zézinho, Válter, Davi e Gijo. Grupo fechado pelo punho firme da Comissão Técnica encabeçada por Diamante, técnico da equipe, e pelo preparador físico, Professor Wellington, prata da casa. O Grêmio, no decorrer da competição, credenciou-se à conquista do título, apresentando um futebol superior ao dos outros participantes, inclusive ao dos grandes clubes da Capital. A camisa coral do time guarapuavano, jogo a jogo, foi ganhando respeito e, na fase final, era temida pelos adversários. Nos jogos contra o Atlético Paranaense prevaleceu sempre o melhor futebol do Grêmio Oeste. Salvo o último e derradeiro jogo entre eles, pela arbitragem irregular e pelo diferencial de um craque: Sicupira.

- Grêmio Oeste X Coritiba.

O jogo era aguardado com muita expectativa pela comunidade e imprensa regional. O Grêmio jogava sua vida, nunca havia tido uma chance tão real de fazer história no futebol paranaense. Para continuar com chances de conquistar o título inédito de campeão, precisava vencer a batalha contra o time da elite do “Alto da Glória” e torcer pelo tropeço do time da Baixada. O tricolor estava muito concentrado e confiante para o jogo decisivo daquela tarde. Mas os bravos atletas da equipe guarapuavana conheceram, ainda fora das quatro linhas, os principais adversários daquela tarde de domingo. Por mais surreal que parecesse, a Polícia Militar trazida da Capital tentou barrar a entrada dos jogadores tricolores no Estádio. Como nos mais exagerados dramalhões do cinema, os boleiros tiveram que driblar os policiais para chegar aos vestiários do Estádio Bororó, disfarçados e misturados em meio aos torcedores, pelo portão principal. Já nos vestiários, os ânimos dos atletas tricolores fervilhavam. A provocação serviu apenas para mexer com o brio da equipe local, que ficou ainda mais focada no jogo. Os obstáculos impostos pela cartolagem da Capital, um a um, iam sendo vencidos pela determinação dos atletas gremistas. Mas em campo a história foi diferente. A grande equipe de Curitiba retardou sua entrada no gramado por longos 15 minutos, recheados pelas ameaças destiladas pelos cartolas. Para espanto de todos os presentes, o árbitro ignorou tal atraso, pressagiando tempo nebuloso em campo, apesar da tarde ensolarada. O Coritiba entrou em campo disposto a tudo e contava com a conivência explícita do árbitro da partida. Conluio descoberto pelo tricolor Álvaro Baiano, bom e experiente jogador de defesa, que havia chegado em terras guarapuavanas um ano antes, oriundo do Vasco da Gama, como um dos muitos reforços do Grêmio para construir a base do grande time que ora relembramos com incontido saudosismo. E que não se retruque à boca pequena, os indivíduos impudicos, que se elevou ilusoriamente o moral da equipe guarapuavana, levado pelo estreitamento da visão que o orgulho que se carrega no peito pode provocar, porque o time era bom. O jogo, desde o início, corria truncado; os jogadores, nervosos, se estudando. Baiano, que marcava homem-a-homem o estreante centroavante do Coritiba, considerado o jogador mais perigoso do time alviverde, aplicou-lhe uma falta dura. Quando viu que seria expulso, ladino, deu um pulo como um gato e, antes que qualquer torcedor tomasse tento do que estava acontecendo, prendeu o cartão vermelho na mão do árbitro, encobrindo a visão da plateia e, ao pé-do-ouvido do apitador, alertou-o das dificuldades que o forasteiro enfrentaria com a apaixonada torcida tricolor, caso o expulsasse. O árbitro, de pronto, respondeu que, então, não o expulsaria, mas que o Grêmio tampouco venceria a partida. Homem de palavra! Os gols marcados pelo Coritiba foram irregulares e o Grêmio teve muita dificuldade para jogar, sendo impedido ora pela violência dos jogadores alviverdes, ora pelo apito mal-intencionado do homem de preto. Mesmo assim, o tricolor estufou as redes do arqueiro coxa-branca por duas vezes. Gols legais que o árbitro não conseguiu anular pela mais absoluta falta do que alegar. O placar marcava o empate em dois gols, prejudicial para ambas as equipes, quando o árbitro, tardiamente, trilou o apito encerrando aquele vergonhoso espetáculo. O fim da batalha no campo deu vez ao confronto desenfreado nas sociais do estádio. A parcialidade do árbitro enervou a torcida tricolor que se manifestava tresloucada nas arquibancadas, e foi a deixa que a polícia coxa-branca esperava para baixar os cassetetes nos torcedores tricolores nas sociais do estádio. Os policiais colocaram-se estrategicamente enfileirados à indiana, de cima a baixo, nos degraus das cadeiras cativas, prontos para usar de violência para garantir o intento. A torcida das sociais teve que se defender da fúria daqueles que, em tese, estavam ali para protegê-los. A covardia dos policiais ecoou por todo o estádio e incitou os espectadores que testemunhavam indignados aquele malfadado acontecimento. A própria polícia local não acreditava no que acontecia naquela praça esportiva. Todos os torcedores detidos pela polícia forasteira eram encaminhados para a delegacia sitiada nos fundos das sociais e conduzidos pela polícia local que, ao invés de prender os “baderneiros”, reconduzia-os ao estádio pelo portão vizinho ao qual eram expulsos. Todos, inclusive a comissão técnica tricolor, entraram na briga, instigados pelo engodo. Um erro promovendo outros tantos injustificáveis! O triste espetáculo colecionou saldos negativos: desde pessoas feridas até a interdição do estádio, passando por muitos ônibus depredados. Muito ao contrário do que foi noticiado pela imprensa, a torcida, em momento algum, invadiu o campo. Esse “conto da carochinha” norteou o processo de interdição do estádio para eventos esportivos. Os maiores prejudicados desse lamentável episódio foram justamente as vítimas: a equipe do Grêmio Oeste, que jamais se recuperou desse triste golpe, pois o brilhante time daquele ano se desfez e o clube saiu da cena do futebol profissional, sobrevivendo, apenas, num formato amador, pelas mãos de poucos apaixonados torcedores; e a cidade de Guarapuava, que nunca mais contou com uma equipe tão competitiva, na divisão de elite do futebol paranaense, privando a torcida guarapuavana dos espetáculos futebolísticos.

O tiro do time coxa-branca saiu pela culatra! A vergonhosa atitude em Guarapuava não evitou o êxito rubro-negro. Entregou o título numa baixela de prata ao maior rival, como um bom garçom. O embuste promovido pelos Cartolas do Coritiba, na partida em Guarapuava, serviu apenas para manchar a grandiosa história do mais badalado e elitizado clube de futebol do Estado que, ironicamente, poucos anos depois, aprovaria a criação de uma torcida organizada com o nome de “Mancha Verde”. Felizmente, os anos que se seguiram daquele reprovável e intolerável episódio mostraram aos dirigentes do glorioso Coritiba, que uma equipe de futebol deve mostrar sua força e grandiosidade, única e exclusivamente, dentro das quatro linhas que delimitam o campo de jogo, superando o adversário em técnica, tática, entrosamento, garra e talento.


Materia de Julio Moreira

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

UMA HISTORIA RUBRO NEGRA


A palavra saudade no futebol e um termo que defini a nostalgia ou lembrança de fatos marcantes do esporte mais emocionante do mundo. O Batel de Guarapuava tem grandes historias a ser relatadas e memorizadas e com certeza uma delas é o vice-campeonato da intermediaria de 1998, que teve o jogo mais emocionante para quem participou ou presenciou aquele momento. O clube vivia o declínio após altos investimentos nos anos anteriores e com contratações que não surtiram efeitos não conseguindo assim os resultados esperados o Grupo gestor a “família Gelinski” peça fundamental para termos futebol profissional perdeu o estimulo para manter o profissionalismo assim abriu a chance de ser montada um novo grupo para gerir o futebol em Guarapuava, sobe a iniciativa de Sergio Leocadio Miranda o Ratinho a ideia foi lançada e formou-se uma nova Diretoria sendo o Presidente o advogado Rodrigo Resseti inexperiente no futebol mais tinha como seu braço direito Sr. Antonio Carlos Bernardino que administrava a Liga de Futebol de Guarapuava este mantinha um excelente relacionamento com o presidente da FPF na época Sr. Onaireves Rolim de Moura. Como montar uma equipe sem planejamento e orçamento financeiro, primeiro passo na base da amizade Ratinho que foi incorporado como técnico e começou os contatos iniciou primeiros com os atletas profissionais residentes na cidade e alguns juniores ele também foi até minha residência e me fez uma proposta para voltar a jogar futebol profissional novamente já que tinha pendurado as chuteira fazia um ano, como eu conhecia todos os atletas do futuro elenco resolvi fazer parte do projeto “volta batel. Começou o campeonato e como os resultados não vieram sobrou para o idealizador e técnico Ratinho dispensado e assumiu em seu lugar Lopes , carioca ,falante que melhorou a classificação e poucos dias depois após uma discussão com um Diretor foi desligado da sua função e seguida me foi feita uma oferta pelos diretores rubro negros para assumir o comando do grupo como técnico e jogador, aceitei pois não tinha nada a perder, comecei o trabalho jogava e treinava a equipe e os resultados positivos começaram a aparecer e consegui levar a equipe entre os quatro finalistas. Pegamos no jogo de mata- mata a forte equipe de Foz do Iguaçu comanda pelo experiente Sergio Moura que tinha um elenco de primeira, fizemos o jogo de ida naquela cidade da fronteira e perdemos por 1 x 0 gol do atacante Anderson que é conhecido mundialmente no Futsal e estava jogando pela primeira vez no futebol de campo. O jogo de volta era uma tarefa difícil pois teríamos que ganhar no tempo normal e na prorrogação que para muitos era impossível acontecer tal milagre principalmente pela estrutura oferecida aos atletas como salários atrasados e com apenas duas bolas em condição para treinamentos alguns atletas jogavam futsal pela equipes da cidade para ganhar alguns trocados.No dia do jogo de volta em Guarapuava apareceu logo de manhã o atacante PaulinhoTripa ele e mais um amigo pedindo para mim uma chance para fazer parte do elenco no jogo logo mais a tarde , pensei bem, pois estava ele proibido pela Diretoria de treinar no clube mesmo assim assumi a responsabilidade e convoquei o então infeliz atacante que só queria ajudar os amigos. Começou o jogo e logo no começo saiu o volante de marcação machucado sem pensar mandei todos aquecer e sem enrolação coloquei no seu lugar o então indisciplinado Paulo Tripa que não tinha o aval da diretoria com essa substituição e a chegada sem parar de torcedores que adentravam o portão principal o jogo começou a pegar fogo com a força da torcida e com grande competência do nosso grupo de jogadores conseguimos vencer no tempo normal por 2 x 1 com gol de Marabá e PaulinhoTripa para o Batel e Anderson para o Foz. Veio a prorrogação e a torcida gritava sem parar elevando a moral da equipe estádio totalmente lotado e com mais dois gols um em cada tempo da prorrogação conseguimos o milagre que muitos não acreditavam a vitória com tentos assinalados por Evandro mico e “ele” o iluminado PaulinhoTripa, apos o termino da partida o gramado estava totalmente lotado por torcedores que vieram festejar junto com seus ídolos naquele momento emocionante vi jovens e velhos chorando nunca tinha presenciado tanto euforia nos rostos dos torcedores tiraram minha camisa não vi quem foi e colocavam dinheiro no meu bolso ou davam em minhas mãos foi a visão mais linda que vivi no estádio Valdomiro Gelinski e com certeza a torcida Batelina foi cúmplice desta conquista, nada tirou o brilho desta vitória nem os 35 reais que recebemos como premio por levar o time a primeira divisão, 15 reais um vereador doou outros 20 reais foi a doação dos torcedores que colocaram o dinheiro em meu bolso. Perdemos o titulo para a equipe do Malutron que era comandada pelo meu amigo Mauro Madureira e ficamos com o vice-campeonato mais nada ira apagar da minha memória e dos torcedores batelinos as imagens e os momentos daquele iluminado dia, parabéns a todos que participaram naquele que com certeza foi o maior jogo da historia da A.A. batel no futebol profissional.


JOGO HISTORICO

FICHA TECNICA

TEMPO NORMAL

BATEL 2 X 1 FOZ DO IGUACU

LOCAL-ESTADIO VALDOMIRO GELINSKI

ARBRITO-JOSE CARLOS MEGER

GOLS-MARABÁ (BATEL)- 45 DO PRIMEIRO TEMPO
- PAULINHO TRIPA (BATEL)-14 DO SEGUNDO TEMPO
-ANDERSON (FOZ)


PRORROGAÇÃO

GOLS-EVANDRO MICO (BATEL)-11 DO PRIMEIRO TEMPO
-PAULINHO TRIPA (BATEL)-3 DO SEGUNDO (TEMPO).



BATEL-Bizú; Batista (Fabiano); Aritana; Laroca e Wagner; Lê; Joel; Toninho Paraná e Alex (Paulinho tripa); Evandro Mico e Marabá (Will)- Técnico- Dirceu Pato.


Foz do Iguaçu-Maicon; Zé Nei (Rodrigo); Joel; Bermudes e Índio; Gelato; Jackson; Ricardo e Jean Carlo; Anderson e Valciclei- Técnico- Sergio Moura.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

CAMPEONATO PARANAENSE DE 1989/SERIE DE ACESSO

Em Pé-Luisinho, Willer,Roger,Adir,Eduardo e Martinelli
Aghachados-Dutra,Neto,Preto,Odair e Alaor


Campeonato Paranaense de 1989 – Serie de Acesso

1ª Fase

- Medianeira
- Real de Beltrão
- Operário de Laranjeiras
- Caxias de Palmas
- Tabu de Clevelandia
- Batel

Resultados e Gols do Batel

Batel 1 x 1 Medianeira
(Robinson)

Batel 0 x 0 Real

Batel 1 x 1 Operario
(Robinson)

Tabu 2 x 0 Batel

Batel 2 x 2 Caxias
(Dema e Preto)

Medianeira 2 x 2 Batel
(Eduardo e robinson)

Real 2 x 4 Batel
(robinson, caco e Eduardo(2) )

Tabu 0 X 3 Batel
(Eduardo (2) e Pontes)

Caxias 1 x 0 Batel

2ª Fase

- Batel
- Tabu
- Nacional de Rolândia
- Campo Mourão

Campo Mourão 1 x 2 Batel
(Preto e Robinson)

Nacional 0 x 1 Batel
(Robinson)

Tabu 2 x 1 Batel
(Robinson)

Batel 3 x 2 Campo Mourão
(Eduardo, Ivair e Dirceu Pato)

Batel 1 x 0 Nacional
(Robinson)

Batel 3 x 0 Tabu
(Robinson, Dirceu Pato e Eduardo)

3ª Fase

- Batel
- Arapoti
- Operário de Laranjeiras

Batel 2 x 1 Arapoti
(Eduardo (2) )

Operário 1 x 0 Batel

Arapoti 3 x 1 Batel
(Robinson)

Batel 1 x 0 Operário
(Eduardo)

Artilheiro do Batel

Eduardo – 10 Gols
Robinson - 09 Gols

Festa do Século

SELEÇÃO VETERANO DE GUARAPUAVA EM 1986

ENTRADA DA SELEÇÃO BRASILEIRA DE MASTER

SELEÇÃO BRASILEIRA DE MASTER


Caros amigos sabemos pela grandiosidade do nosso município e região ainda somos deficitários em grandes eventos principalmente na área esportiva não preenche uma mão as promoções bens sucedidas mais tivemos uma que ganhou grande destaque estadual e nacional , na área municipal foi muito em avaliada na área de coordenação e organização quem não se lembra, principalmente os mais velhos do grande evento realizado no belo estádio Lobo Solitário (futuro condomínio de luxo) que totalmente lotado numa manhã de domingo no dia 27/07/86 recebeu a “Seleção Brasileira de Campeões” com grandes craques do futebol do passado sendo estrela maior Roberto Rivelino e Clodoaldo que defenderam a seleção brasileira em varias Copa do Mundo enfrentaram o nosso escrete local com atletas veteranos que fizeram também sua historia dentro do futebol regional na década de 70 e 80.Este jogo foi transmitido para todo o pais pela TV Bandeirantes com narração do profissional Marco Antonio.
Surgiu à idéia desta promoção através de Darci Zanlorenssi que fez todo o contato inicial com a empresa Luqui propaganda e promoções que gerenciava o selecionado, conversou com seus companheiros do Lions Club de Guarapuava que acataram a idéia e vestiram a camisa e arregaçaram as mangas e partiram para a execução do projeto que se tornou o maior evento esportivo da historia de Guarapuava com repercussão nacional com um sistema de organização que serviu de exemplo, principalmente em eventos de caráter beneficente em prol das comunidades carentes. Sobre o jogo foi indiscutível a superioridade técnica do Selecionado Canarinho e mercê deste fator aplicou uma goleada arrasadora de 10 x 0 , placar que dispensa comentário pois ninguém em sã consciência acreditaria num bom resultado da nossa seleção local.O grande mérito do nossos companheiros que vestiram a camisa da nossa cidade foi de aceitar a goleada num reconhecimento da nítida superioridade do seu adversário jamais apelando para recurso desleais e jogaram com disciplina e lealdade. Enfim o objetivo alem da parte filantrópica era proporcionar um grande espetáculo que foi coroado com total êxito.

Detalhes do jogo:

Seleção Brasileira - Ado (Renato); Toninho (Eurico); Jaime, Alfredo Mostarda (Djalma Dias) e Marco Antonio; Clodoaldo (Teodoro); Dica (Romeu Cambalhota) Rivelino; Cafuringa; Lola (Alcindo) e Edu.

Seleção de Guarapuava - Clovis (Jango); da Silva (Caçapava); Sapatão (Nézinho); Quinzinho e Pelé (Helmuth); Álvaro; Ivan Mestre; Dino (Serelepe); Nestor (Barbiere); Irineu Cabeleira (Raimundo) e Elizeu Veinho (Dorival).

Arbitro - Néri Saraiva
Auxiliar - Claudemir Dolens
- Juvelino Ribeiro dos Santos

Gols-Rivelino (2); Lola (2); Alcindo (3); Romeu Cambalhota (2) e Toninho (1)

Guarapuava jamais assistiu um espetáculo tão grandioso, no qual o excelente planejamento dos componentes do Lions Club de Guarapuava que na época era Sr. Paulo Sergio Da Silveira como presidente todos não mediram esforços para executar tarefas e mostraram para todas as pessoas que com união, organização qualquer outro tipo de evento pode ser realizado com grande êxito como foi esse que foi denominado pela imprensa na época como a “Festa do Século” em nossa cidade.




quinta-feira, 27 de agosto de 2009

TUDO BEM EXPLICADINHO


O goleiro do Batel tem uma peculariedade é falante e gosta de explicar tudo nos seus
mínimos detalhes principalmente suas belas defesas defendendo as cores do rubro negro de Guarapuava, conta seu colega de elenco que após um jogo já no chuveiro o inquieto atleta começou a relatar como que aconteceu uma defesa maravilhosa e espetacular que garantiu a vitória de sua equipe atuando fora dos seus domínios no campeonato paranaense da terceira divisão. Diz o jogador que quando começou a jogada o atacante adversário ultrapassou a linha do meio de campo que tinha uma marcação irregular feita com cal este conduziu a bola branca marca pênalti num gramado muito estragado pela má conservação e castigado pelo inverno e quantidade de chuva que caiu na região e que apresentava uma grande quantidade de pequenos buracos que dificultava a sua condução, o atacante alto, loiro e tinha uma pequena cicatriz no rosto no seu lado esquerdo que media aproximadamente de 4 a 5 cm, respirava com certa dificuldade talvez estaria resfriado também tinha uma aliança de prata na mão direita com certeza estava comprometido com uma bela jovem, será que era noivo isto ele não tinha certeza, já perto da área o lépido atacante olhou para os lados com certeza para achar um companheiro melhor colocado nesse exato momento bateu uma pequena brisa que fez cair uma mecha de cabelo em seus olhos, essa mesma brisa levantou um papel de propaganda perto da linha de escanteio que sinalizava a promoção de uma pizza família a Cr$14.99, seguindo nas palavras explicou que esse foi o momento que o veloz artilheiro se desconcentrou pois apos abaixar a cabeça para tirar o cabelo do rosto deu tempo de olhar sua chuteira Diadora preta com lista branca com um pequeno defeito no bico no pé direito mas a falha na chuteira esquerda indicava que o atacante era destro,este não vendo ninguém para apoiá-lo resolveu decidir sozinho a jogada e partiu para cima da zaga batelina ultrapassando o marcador e chutou forte no alto uma bola difícil e veloz, parecia indefensável....mas lembrei que na noite anterior por volta de 1;35hrs da madrugada sonhei com um lance comparado com esse e no exato momento do chute estava tranqüilo e preparado,minha luva preta com ótima aderência que escolhi para atuar na segunda etapa pois na primeiro tempo estava usando uma luva cinza mais lisa que talvez estando utilizando-a poderia não ter o mesmo êxito nesta defesa. Antes de fazer esta bela imagem que foi a defesa pensei em minha noiva um espetáculo de mulher uma dádiva de deus em formosura que muitos dizem que é muito areia para o meu caminhão e que antes da viagem prometi uma vitória, fiz a defesa a qual considero talvez umas das 20 melhores que tive a oportunidade de realizar. Ao cair no gramado com a bola iluminando meu belo par de luvas tive a curiosidade de observar um pequeno grupo de formigas carregando alimentos e entrando num pequeno buraco no chão, mais o que me chamou a atenção foi à força que uma pequena formiguinha fazia para carregar uma asa que não deu para avaliar se era de um falecido mosquito ou de um pernilongo. Ao ficar de pé olhei para a torcida adversária talvez no total uns 282 pagantes, pois 52 meninos com certeza entraram de graça, vi um senhor de boné vermelho escrito na frente posto BR 376, que chegou atrasado no jogo aos 16 minutos da primeira etapa, este, pois as mãos na cabeça, pois não acreditava em tal milagre que seus olhos castanhos tinha observados... Graças a deus acabou a água na caixa do estádio que era de mais de 3mil litros e veio de fora do vestiário um grito falando em voz rouca que o ônibus estava saindo e que estávamos atrasando a viagem que era longa e deveríamos seguir o nosso destino. Esse relato desse grande goleiro é verdade ele fala demasiado é porque ele gosta das coisas tudo bem explicadinhas.... Tuuuuuuuuuuuuudo no seu devido lugar. Saudade da praça é nossa.